Má qualidade do sono pode ter efeitos ainda piores do que uma simples fadiga. Esta condição pode estar diretamente ligada ao acúmulo de placas no cérebro em pessoas com doença de Alzheimer.
Pesquisadores da Washington University School of Medicine em St. Louis monitoraram os padrões de sono de cerca de 100 pessoas mentalmente saudáveis entre as idades de 45 e 80 anos – metade das quais tinham um histórico familiar de doença de Alzheimer – e descobriram que aqueles que despertavam mais de cinco vezes por noite eram mais propensos a ter acúmulo de placas amilóides do que aqueles com menos distúrbios do sono.

Sono relacionado a Alzheimer
Placas de proteína amilóide são uma característica da doença de Alzheimer, uma doença que afeta milhões de pessoas no mundo inteiro. Essas características, detectáveis com imagens cerebrais e testes de fluido espinhal, podem aparecer anos antes dos sintomas da doença.
É possível que haja alguma mudança na atividade cerebral durante o sono que influencie na quantidade de amilóide durante a noite. Pessoas com histórico familiar da doença de Alzheimer estão mais propensos a sofrer de perturbações do sono ou mostrar indicadores biológicos da doença.
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