Novas descobertas sobre a dor fantasma

Um pequeno estudo realizado no Estados Unidos descobriu que soldados com certas variações de genes parecem mais propensos do que outros a ter dor crônica após a amputação de membros. Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 49 soldados norte-americanos que tinham dor persistente após a amputação foi  identificado centenas de variações de genes desconhecidas que poderiam desempenhar um papel na causa da dor crônica.

Dor fantasma

Dor fantasma

As amputações traumáticas de membros não afetam apenas as vidas de membros do serviço militar, mas também a população de forma geral, assim como a dor fantasma. A dor fantasma persistente é considerada uma dor crônica, acorre após a amputação e é um problema sério que no presente momento ainda não conta com nenhum tratamento eficaz. No entanto, ao identificar estes genes será mais fácil descobrir as razões pelas quais a dor ocorre e prever quais pacientes são mais propensos a tê-la.

Por isso, esses novos estudos são de extrema importância, pois com as descobertas reveladas nos mesmos será muito mais fácil descobrir a biologia da dor, descobrir suas causas e desenvolver formas de combatê-la. De fato, a dor fantasma é muito comum, cerca de 80% de todos os amputados sentem dor no membro que foi amputado.